Por ser quem eu sou.

Você, de repente, não estranha de ser você?

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Feliz natal, hoho (:

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
" Então é natal e ano novo também..."

Esse começo clichê é só pra dar uma introduçãozinha nesse meu coração natalino...
É impressionante a maneira como o espirito de natal invade a alma de algumas pessoas e eu sou uma delas... eu, simplesmente, amo o natal. Amo o espirito de soliedariedade e bondade que toma conta do coração das pessoas, amo saber que por pelo menos uma única noite algumas pessoas conseguem acreditar em algo maior, em algo melhor, e é claro amo aqueles comidas deliciosas que me entopem na ceia. Mas a verdade é que algumas pessoas não conseguem ter esse natal mágico que eu posso ter. Milhares de pessoas passam a noite natalina nas ruas com frio, fome e com uma tristeza inconsolavel. Milhares de pessoas estão "comemorando" os dias de hoje em abrigos porque suas casas foram destruidas por causa da vingança de nosso Planeta. Milhares de pessoas estão em hospitais, rezando e pedindo pro bom e velho Papai Noel que dê coragem, força e esperança para que possam vencer as adversidades da vida. Milhares de pessoas não conhecem ou não se lembram desse espirito. Esse espirito de vida e luz que persiste no meu coração.
Nesse natal eu não vou pedir só aquele clichê que peço todos os anos: nesse natal eu quero que esse espirito continue vivo durante todos os dias, não só em mim, mas especialmente naqueles que esqueceram que a vida é muito maior do que consigamos ver. Esperança e coragem, porque isso é que nos move. É isso que me faz acreditar;

...

sábado, 20 de dezembro de 2008
"Muitas vezes havia me perguntado se existiria algum motivo que me faria rir, mesmo que não tivesse alguma razão lógica para tal ato, se existiria algum motivo que faria querer viver eternamente, e eu mal sabia que minha pergunta seria respondida. Também me questionara múltiplas vezes, se havia algo errado comigo. Tinha 17 anos, teria ainda a vida inteira pela frente, com tantos sonhos alimentados pela grande e inexplicável paixão da minha vida: escrever. Se escrevermos sobre pessoas, somos julgados de observadores. Se escrevermos sobre ações, somos chamados de questionadores. Se escrevermos sobre animais, nos chamam de ambientalista. Mas, se como eu, escrevemos sobre sentimentos, alegam que somos loucos. Loucos. Talvez sejamos loucos, tão loucos, que somos considerados normais, em uma sociedade sem motivos parar estarmos com uma mente sã. Sã e compreendida pelo mundo que nos cerca, com nossos medos sufocados e revertendo-se em nossos próprios corações vazios."


era uma tentativa de um livro.....
sem nome, sem fim, sem inspiração.

Verde.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Plena quinta feira de férias, mais de 23 hrs da noite e eu estou aqui. Não tinha a menor idéia do que escrever, então me sugeriram escrever sobre vegetais e animais e amigos dos vegetais e dos animais. Primeiro eu pensei em falar sobre como eles são bonitinhos e fofinhos e como iluminam nossa vida com suas belezas e todos esses adjetivos do gênero, já que não deve ser surpresa para ninguém (talvez seja para você, caso for um desconhecido que resolveu explorar submarinos através do meu blog) que eu sou perdidamente, incuravelmente, absurdamente, apaixonada por esses conjuntos de átomos e células animais e vegetais... mas continuando, resolvi falar sobre um assunto que me desperta tamanho interesse, e não posso negar, um certo grau de tristeza e incorfomismo: extinção dos vegetais, ou melhor, extinção da flora brasileira. Essa imagem linda que tu tá vendo aí pode ser umas das únicas que vão restar.È, eu sei que isso pode um tanto quanto estranho, mas 472 espécies da flora brasileira estão ameaçadas em extinção, isso significa que mais de 450 espécies de flores, frutas, sementes, folhas, e tudo mais que existe nesse ser que nós dá a vida, pode simplesmente acabar por causa do egoísmo humano. Acho que ninguém percebe a diferença que isso pode fazer na nossa vida. Pra quem esqueceu, o ar é essencial para a sobrevivência humana já que o oxigênio provêm dele, e pra quem esqueceu de novo (ou simplesmente ignorou), quem produz oxigênio, é, ops, as plantinhas verdinhas. As mesmas que podem entrar em extinção caso não haja uma mudança no comportamento desse bando de carne e osso que algumas pessoas chamam de humanos. A verdade é uma só: não existe outra solução ao não ser a ação das pessoas. Eu não preciso repetir aqui o que todo mundo pode e deve fazer para que o mundo se torne mais limpo e mágico porque ninguém é tão burro de não entender que as suas atitudes que irão dizer quem vai permanecer em pé daqui uns anos, mas uma coisa eu sei: minha consciência é limpa e o chão da minha casa também.

A morte.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Sempre tive o maior medo dessa idéia de morte. Não consigo me conformar ... uma hora a gente tá aqui e na outra, não? E aí? E os planos que você tinha, as férias que tinha planejado, os encontros que havia marcado, os sonhos que ainda não tinha realizado? Simplesmente acaba? E pior que ninguém avisa que você vai morrer. Ela chega e puff paft, já era, acabou, não existe, fim. Sem aviso, sem cartinha, sem preparação. Você pode fazer exames, realizar exercícios físicos, manter uma alimentação equilibrada e visitar seu médico periodicamente... ou senão, você pode ter uma vida sem qualquer preocupação e viver da maneira que acha melhor... não importa, porque você pode sair na rua, levar um tiro na cabeça porque algum idiota gostou do seu tênis. Aquele tênis que você economizou por meses para conseguir comprar, aquele tênis que você se matou para fazer horas extras, esse mesmo tênis que tirou sua vida. Agora vêm alguém me dizer que eu tenho que entender que cada um tem sua hora e que os bons vão para algum lugar melhor. Mas me diz, uma criança de cinco anos, que teria a vida a inteira para viver e correr atrás dos seus sonhos, está no meio de um tiroteio e morre com um tiro num peito ... isso é justo? É justo ela morrer porque alguns animais acharam que tinham o direito de decidir a vida de alguém? Não. Não é e nunca vai ser.
Essa idéia de não estar mais nesse mundo, me assusta e me dá arrepios. Eu não posso aceitar, eu não consigo, mas eu não sei se devo.
Mas uma coisa lhe digo, morrer pode ser a coisa mais injusta do mundo, mas ao mesmo tempo, não existe coisa mais justa. Você pode ser rico, pobre, branco, negro, amarelo, vermelho, não importa. Todo mundo vai morrer. Um dia, todo mundo morre. Mas quando esse dia chega cedo demais... ah, daí eu não quero nem lembrar.


Post dedicado a uma pessoa, que mesmo que nunca tivemos um relacionamento muito próximo, a sua lembrança continua viva em mim e em todos aqueles corações que sorriem ao lembrar de ti... Thiago.

Ser ou não ser? Eis a questão.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Quem me conhece sabe, eu nunca fui daquele tipo de menina que chegava em festas chamando a atenção de todos ou que era o assunto comentado naquelas rodinhas de colégio. Mas definitivamente, eu sempre fui daquele tipo de que fosse pra falar, falava, nunca me calei, ninguém conseguiu deter minhas palavras, e botam palavras nisso! Mamãe e papai são as verdadeiras provas de como eu sempre impus meus desejos, minhas opiniões e minha forma de ver as coisas... e se fosse pra escutar... bem, acho que nisso eu nunca fui tão boa. Mas a verdade é que eu sou assim... desse jeito... que uma hora tá sorrindo e logo está intacta, perdida, sonhando. Não é preciso exagero ou uma roubar uma personalidade que não é minha, só é preciso ser eu.... mas a questão é: esse meu eu, é o suficiente para ser tudo o que eu quero?

Eu não quero mudar, eu não vejo necessidade em mudança. Cada pessoa é de um jeito, não é assim que funciona? O que importa é sua consciencia, o que você é de fato. Essas diferenças são o que fazem sermos o que somos, não é mesmo?

Eu só queria que as pessoas conseguissem ver além do realmente existe. Não é porque não vejo que não existe, e não existindo, não é, não está, não persiste. Se elas conseguissem ver as cores que eu vejo, o mundo seria colorido e eu roubaria sorrisos do mar, para que elas vivessem com estrelas marinhas, que caem do céu, mas não perdem a essência.

Serei sincero com meu verdadeiro ser, até o fim.
Esse é meu mundo. Esse é meu estar.

Seria o fim ou o começo de um ano ?

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Bem, estou de férias! Ou pelo menos é isso que chamam quando você não precisa mais frequentar um lugar construído de tijolos e cimento que denominam de escola. Mas como já me disseram, escola é lugar a onde a gente aprende palavrão! Ou aprende a dar injeção, como meu caso uheaeeau :x E no caso desses futuros enfermeiros aqui do lado >>>>


A verdade é que o primeiro ano já se foi e eu não sei dizer se ele é o fim das dificuldades ou apenas o começo de muitas delas. Esse ano escolar foi um ano difícil. Só quem viveu ao meu lado durante os choros, o desespero, o estresse, o medo, a angústia sabe dizer como foi doloroso ficar o dia inteiro naquele lugar. Mas eis que veio a felicidade, a alegria, a sabedoria, o reconhecimento, a certeza de que nada é impossível, só que é preciso coragem e força pra ver que as coisas vão muito mais além do que nossos olhos conseguem enxergar.


Disserem que era impossivel entrar, impossivel sair, impossivel fazer isso, aquilo e etc e talz e eu mesma disse que era impossivel eu encontrar algo de bom naquele colégio. Mas eu entrei, vou sair e encontrei. Encontrei novos amigos, novos desejos, novos ideais, e encontrei, antes de tudo, uma nova maneira de ver as coisas.

Desse esforço, acho que sobra a lição que meu pai vive tentando me ensinar: acreditar um pouco mais em mim mesma e aquela que mamãe não me cansa de dizer: vamos viver um dia de cada vez.

Ano que vem .... bom, ano que vem é ano que vem!
Agora eu tô mais preocupada em assistir sessão da tarde comendo trakinas (;