Tá. Tá. Tá. Ok. Não sei mais.
que um dia eu acordei, e daí eu pensei, que não pensei mais em você. E não é que eu fiquei mais abobada que criança em dia de natal? Quero dizer, achei que tava ficando doida. Daí eu pulei da cama e sai te procurando todo em mim. Embaixo dos braços, dentro do fígado, em volta dos olhos. Até no banheiro eu fui, talvez tivesse te confudindo e tivesse te jogado dentro do lixo. Ou da privada. Tudo a mesma coisa.
Entao eu pirei. Enlouqueci. Ao invés de procurar você, começei a procurar meu coração. Porque você não podia ter sumido. Tão acostumada a sua solidão, sua grosseria, suas mentiras e cheiro bom de sorvete, que meu coração não saberia viver sem você. A única explicação é que meu coração havia sumido.
Mentira. Ele tava lá. Não precisei procurar, aquele peste não me deixa esquecer que ele tá lá.
Sai correndo. Não do quarto, da casa, do bairro. Mas de mim. Queria te achar de qualquer forma, em qualquer lugar e em qualquer tempo. Até rezar, eu rezei. Mas não te achei.
E não te achando, não sei mais se acho a mim.
Ás vezes acho que sou tão você, que eu não sei mais se eu sou eu.
E eu queria poder ser... porque apesar de todo o farto, ser eu sempre será melhor do que ser você.
E então eu diria NÃO.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Sabe o que me deixa mais triste?
É saber que meu desejo, por mais patético e sem sentido que possa ter, nunca vai se realizar. É saber que, por mais que eu deseje, você nunca vai entrar por aquela porta, desesperado, me dizendo que sabe o quanto errou, que sabe quanto tempo desperdiçou sendo sozinho, me puxando com seus braços para perto de ti e implorando meu perdão.
E então eu diria não, depois de tantos “sim”, depois de ignorar tanta besteira e desculpar por tanta bobeira, eu diria não. E entraria pela porta do meu quarto, sozinha, orgulhosa e com peito estufado por ter conseguido me dar valor pela primeira vez. E sorridente, deitaria na minha cama e não me lembraria do gosto dos seus lábios, do teu cheiro de banho, da sensação gostosa de confortar meu peito no seu, quentinho, acolhedor e principalmente, não me lembraria dos seus braços ao redor da minha cintura.
E então não me lembraria e nem me castigaria, com tantas lembranças e suspiros, pela certeza de que você e eu nunca seremos nós.
É saber que meu desejo, por mais patético e sem sentido que possa ter, nunca vai se realizar. É saber que, por mais que eu deseje, você nunca vai entrar por aquela porta, desesperado, me dizendo que sabe o quanto errou, que sabe quanto tempo desperdiçou sendo sozinho, me puxando com seus braços para perto de ti e implorando meu perdão.
E então eu diria não, depois de tantos “sim”, depois de ignorar tanta besteira e desculpar por tanta bobeira, eu diria não. E entraria pela porta do meu quarto, sozinha, orgulhosa e com peito estufado por ter conseguido me dar valor pela primeira vez. E sorridente, deitaria na minha cama e não me lembraria do gosto dos seus lábios, do teu cheiro de banho, da sensação gostosa de confortar meu peito no seu, quentinho, acolhedor e principalmente, não me lembraria dos seus braços ao redor da minha cintura.
E então não me lembraria e nem me castigaria, com tantas lembranças e suspiros, pela certeza de que você e eu nunca seremos nós.
Para um começo de ano.
sábado, 1 de janeiro de 2011
Deve fazer muito tempo que eu não escrevo aqui.
Não vou justificar minha ausência por falta de inspiração, por falta de tempo ou por falta de vontade. Não vim porque não vim. E volto agora, porque quero. Porque reler todos esses textos me fazem lembrar do que eu sou e do quanto as minhas memórias foram passadas e repassadas nessa página de internet. Me faz lembrar que por tantas noites e por inúmeras horas, isso aqui foi a companhia de minhas frustrações e a minha valvula de escape. Me faz lembrar de tantas pessoas que foram protagonistas da minha história, da minha vida, e que para elas, eu não passei de figurante. Mas não me importa, eu fiz o que devia ser feito, eu fiz o que tinha que fazer, e é isso.
Só que ás vezes, doi tanto admitir que não importa o quanto você se esforçe por uma pessoa, ela nunca fará o mesmo por você.
É ano novo, muita coisa mudou e com certeza, eu não sou mais quem eu era. E nesse ano, eu não vou pedir nada do que eu sempre peço, eu só vou pedir orientação.
Porque é o que eu mais preciso agora.
Não vou justificar minha ausência por falta de inspiração, por falta de tempo ou por falta de vontade. Não vim porque não vim. E volto agora, porque quero. Porque reler todos esses textos me fazem lembrar do que eu sou e do quanto as minhas memórias foram passadas e repassadas nessa página de internet. Me faz lembrar que por tantas noites e por inúmeras horas, isso aqui foi a companhia de minhas frustrações e a minha valvula de escape. Me faz lembrar de tantas pessoas que foram protagonistas da minha história, da minha vida, e que para elas, eu não passei de figurante. Mas não me importa, eu fiz o que devia ser feito, eu fiz o que tinha que fazer, e é isso.
Só que ás vezes, doi tanto admitir que não importa o quanto você se esforçe por uma pessoa, ela nunca fará o mesmo por você.
É ano novo, muita coisa mudou e com certeza, eu não sou mais quem eu era. E nesse ano, eu não vou pedir nada do que eu sempre peço, eu só vou pedir orientação.
Porque é o que eu mais preciso agora.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Talvez seja assim mesmo. Não se sabe do amanhã e a certeza do passado é incerta.
Pessoas vêem e vão o tempo todo. Não é assim que devia ser?
Pessoas vêem e vão o tempo todo. Não é assim que devia ser?
tanto tempo
domingo, 5 de setembro de 2010
Escrevo porque não resta mais nada que eu possa fazer. Escrevo porque tudo que eu queria dizer é obrigado é ficar preso na minha garganta e escrever é o único modo permitido de me fazer gritar. Porque a história se repetindo outra vez me deixa exausta e sem esperanças, porque eu já nem me lembro mais qual foi a última vez que encostei a cabeça no travesseiro e durmi tão tranquila. Mesmo sem saber o final da história, o meio já me deixa tão confusa que eu não quero mais continuar lendo e não consigo ter alguma esperança no final.
deixa eu cuidar de você
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Eu nunca poderia imaginar o tamanho do estrago que você poderia fazer dentro de mim. As histórias e os nossos momentos (longe, mas juntos) passam como um filme por meus olhos tão cansados de ver o mesmo final. Não sei se tenho mais ódio por saber que minhas poesias nunca chegarão até você ou saudades de uma vida que eu nem cheguei a conhecer.
Se eu pudesse eu roubaria tudo o que te faz perder a cabeça antes de dormir... se eu pudesse eu enfrentaria todos os seus medos e aflições só pra te arrancar um sorisso.. se eu pudesse te pegaria pela mão e iria com você aonde fosse... se eu pudesse descansaria meus olhares só pra te ver dormindo do meu lado.
Mas além de eu não poder, só consigo enxergar você fugindo para longe se negando a arriscar um futuro desconhecido! Só consigo enxergar suas desculpas maus feitas ( que eu engulo sempre fingindo entender) para não encarar a verdade diante de você mesmo.
Só quero uma chance pra cuidar de você.
Se eu pudesse eu roubaria tudo o que te faz perder a cabeça antes de dormir... se eu pudesse eu enfrentaria todos os seus medos e aflições só pra te arrancar um sorisso.. se eu pudesse te pegaria pela mão e iria com você aonde fosse... se eu pudesse descansaria meus olhares só pra te ver dormindo do meu lado.
Mas além de eu não poder, só consigo enxergar você fugindo para longe se negando a arriscar um futuro desconhecido! Só consigo enxergar suas desculpas maus feitas ( que eu engulo sempre fingindo entender) para não encarar a verdade diante de você mesmo.
Só quero uma chance pra cuidar de você.
confesso ~
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Confesso que você não estava nos meus planos e mesmo que estivesse, talvez eu não acreditasse tanto nele assim... Afinal, depois de cercar a alma tantas vezes a gente se acostuma a viver sem ela, mas agora você apareceu e eu não posso mais prever o fim da história dessa vez.
Porque eu poderia dizer que foi de repente que começou a tomar conta de mim, mas foi de mansinho e do seu jeito, e só do seu jeito, que conseguiu me roubar o folêgo...
Porque eu poderia dizer que foi de repente que começou a tomar conta de mim, mas foi de mansinho e do seu jeito, e só do seu jeito, que conseguiu me roubar o folêgo...
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